
A
ginástica artística, também conhecida no Brasil por
ginástica olímpica, é uma modalidade de ginástica onde
os atletas realizam um conjunto de exercícios em
aparelhos oficiais. Movimentos estes que revelam força,
agilidade, flexibilidade, coordenação, equilíbrio e
controle do corpo.
Os aparelhos da ginástica artística masculina
diferenciam-se dos aparelhos disputados na ginástica
artística feminina no seguinte aspecto: enquanto os
aparelhos masculinos procuram demonstrar a força e
domínio do ginasta, os aparelhos femininos dão um
destaque maior à vertente artística e à agilidade.
A ginástica olímpica fundamenta-se na evolução técnica
de diferentes exercícios físicos. As provas realizadas
pelos homens são: barra fixa, barras paralelas, cavalo
com alças, salto sobre o cavalo, argolas e solo. As
mulheres disputam exercícios de solo, salto sobre
cavalo, barras assimétricas e trave de equilíbrio.
As competições oficiais de ginástica olímpica são
reguladas pela Federação Internacional de Ginástica (FIG)
que estabelece normas e calendários para todos os
eventos internacionais. Já as competições nacionais são
regulamentadas pelas diversas federações locais. Cabe
também à FIG a responsabilidade sobre o Código de
Pontuação, a publicação que orienta os ginastas,
técnicos e árbitros na elaboração, composição e
avaliação das séries em todas as provas.
A ginástica olímpica faz parte dos Jogos Olímpicos desde
a sua primeira edição, em Atenas no ano de 1896, e nos
Jogos Pan-Americanos desde 1951.
A prática da ginástica olímpica proporciona benefícios
como flexibilidade, concentração, coordenação motora,
sociabilidade.
Fonte:
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