
Por
volta de 1821, quando as Cortes portuguesas
mostraram a idéia de transformar o Brasil novamente
em uma colônia, D. Pedro I recebeu uma carta de
Lisboa, exigindo seu retorno imediato para Portugal.
A presença de D. Pedro impedia Portugal de recuperar
suas finanças em cima do Brasil e recolonizá-lo.
O povo brasileiro não queria abrir mão de Dom Pedro
I. Os liberais radicais, em resposta, organizaram
uma movimentação para reunir assinaturas a favor da
permanência do príncipe. Assim, eles pressionaram D.
Pedro a ficar, juntando 8 mil assinaturas.
E respondendo negativamente as ordens de Portugal,
no dia 9 de janeiro de 1922 D. Pedro declarou:
"Se
é para o bem de todos e felicidade geral da Nação,
digam ao povo que fico".