
Em 28 de janeiro de 1808,
Dom João VI endereçou ao Conde da Ponte, João de
Saldanha da Gama de Melo e Tôrres — governador da
capitania da Bahia — a carta declarando abertos os
portos brasileiros às nações amigas, embora em caráter
provisório.
Na carta, que deu liberdade ao comércio do Brasil
colônia, o Príncipe Regente ordenou a abertura dos
portos a todas as mercadorias transportadas por navios
de seus vassalos e de estrangeiros de nações amigas;
estabeleceu o pagamento de direitos por entrada
(precursor do imposto de importação) de 24%, com exceção
dos vinhos, aguardentes e azeites doces, sujeitos ao
pagamento em dobro dos “direitos” até então pagos, e
liberou a exportação de mercadorias coloniais, com
exceção do pau-brasil e outros produtos estancados, por
navios de seus vassalos e de estrangeiros de nações
amigas, para todos os portos que lhes aprouvesse.
Em um mundo globalizado e crescentemente interligado —
econômica, comercial e culturalmente —, em que o
comércio exterior cada vez mais ganha importância, cabe
refletir sobre o que queremos e precisamos fazer para
que a abertura dos portos brasileiros seja perene e
atenda à necessidade e aos anseios de um Brasil
desenvolvido, com crescimento econômico consistente e
auto-sustentável, que permita desenvolvimento social
acelerado e equânime, sem que tenhamos que esperar mais
200 anos.
O comércio exterior é uma atividade econômica regulada,
no plano interno, pelos estados-nacionais, e no plano
internacional, por um sem-número de acordos comerciais,
tarifários, de transporte, etc. De certa forma no
Brasil, este tipo de atividade vem crescendo a cada dia
que passa. Uma das principais fontes de rentabilidade do
comércio exterior brasileiro é no setor de agronegócios.
E nesse dia, o COMEXBLOG parabeniza a todos os
profissionais que atuam na área de Comércio Exterior,
nos proporcionando oportunidade de estar em contato com
a vanguarada dos recursos para busca da excelência em
nosso cotidiano.
Fonte: AEB, Wikipédia -
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